João Diogo Santos dominou a TPM1300 em Santa Marta

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Esta terceira prova do Campeonato de Portugal de Montanha JC Group deslocou-se, desta vez, ao magnífico cenário de Santa Marta de Penaguião, tendo como pano de fundo, o Douro vinhateiro. No que diz respeito à Taça de Portugal de Montanha 1300, João Diogo Santos dominou os acontecimentos desde a 1ª subida oficial, mas não sem antes sofrer um forte contratempo. Como referiu o piloto, “antes da subida de warm-up a caixa de velocidades cedeu, o que por pouco inviabilizava a nossa participação. Mas graças à fantástica intervenção dos nossos técnicos, foi possível participar ainda na 2ª subida de treinos, e estar em perfeitas condições para a 1ª subida oficial.” O tempo de 2:25:004 nesta 1ª subida oficial permitia cimentar, desde logo, uma diferença apreciável para Pedro Nogueira, em Toyota Yaris, e Francisco Milheiro, em Peugeot 106.

No dia seguinte, o piloto de Amarante sentia haver margem para melhorar, e deste modo, resolveu atacar na 2ª subida oficial, registando aquela que seria a melhor marca do fim de semana, com 2:23:621, selando praticamente a vitória nesse momento da prova. Com a temperatura do asfalto a aumentar bastante e com o óleo derramado pelo Mitsubishi de Ricardo Gomes, a derradeira subida seria realizada de forma descontraída, confirmando o triunfo na Taça de Portugal de Montanha 1300, ao qual juntou igualmente a vitória na classe 12.

Após a cerimónia de entrega de prémios, que teve lugar em pleno centro do município penaguiense, João Diogo Santos estava “muito feliz com esta vitória, sobretudo depois dos problemas que nos apoquentaram no dia de ontem. Queria começar por agradecer a toda a equipa e aos amigos presentes, que energicamente recolocaram o carro em perfeitas condições, ainda em tempo útil de realizar a 1ª subida oficial. No que concerne à prova em si, estou também muito contente por capitalizar aqui a experiência acumulada no ano anterior, onde me estreei em provas de Montanha. Senti-me muito confortável e ataquei forte mas sempre de forma segura.”

O futuro é, agora, uma incógnita, e mesmo liderando a TPM 1300, “nada está assegurado, pois não dispomos de orçamento para disputar as restante provas. Pararia com muita pena, pelo que vou fazer os possíveis para me manter na disputa”, sintetizou o piloto que compete ao volante do Fiat Punto 85 Sport.

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